domingo, 19 de novembro de 2017

Pousada Caminhos do Caracol - Canela/RS


Queria - e precisava - de um lugar para descansar... Gramado com preços exorbitantes... Decidi pesquisar em Canela e encontrei esse paraíso: Pousada Caminhos do Caracol, na estrada que vai para a Cascata do Caracol, um pouco antes, à direita.

Foto tirada no sentido Cascata do Caracol - Canela

Reservei ela pelo Booking. Se você quiser reservar também, clique aqui. Você reserva e o blogue ganha uma comissão sem que você pague a mais por isso.

Não fui convidada pela pousada e nem me identifiquei. Por isso, o post é a minha impressão/avaliação do lugar. E eu digo: gostei demais do sossego que encontrei ali. Ainda aproveitei para caminhar na Estrada do Caracol até o Bondinhos do Caracol.

A pousada reabriu faz um ano e está toda reformada. Café da manhã maravilhoso e atendimento de primeira. Na chegada, água saborizada para conquistar o hóspede de primeira.




Nos quartos, cama box, ar condicionado, vista linda para mata nativa, tv de tela plana, frigobar, amenities e secador de cabelo. Tudo o que você precisa para relaxar.





Aqui se respira sossego. Você dependerá de carro - próprio, alugado, uber ou táxi - para os deslocamentos. Fica distante uns 6km do centro de Canela e uns 12 do de Gramado. Mas vale pelo relax.




sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Sushi by Cleber - Porto Alegre

Sushi by Cleber - POA

Eu poderia começar esse post falando da excelência do Sushi by Cleber. Mas antes eu preciso contar uma historinha. 

Eu já havia comido sushi em outras oportunidades, mas sempre foi algo que para mim passava despercebido, porque, apesar de não ter achado ruim, não era a primeira e nem a segunda opção quando tínhamos que escolher um restaurante para ir. Sempre dizia que se alguém me convidasse para jantar na sua casa e me servisse sushi e assemelhados, eu iria degustar, sem problemas ou dificuldades. Mas daí a sair de casa para comer e pagar por isso, não...

Até o dia em que a minha filha pediu para ir num restaurante japonês em Lajeado. E eu fui. E pedi um prato, óbvio. Mas provei diversos itens do combinado que foi pedido. E gostei.

Daí, resolvemos ir num outro, mas desta vez em Porto Alegre. Pesquisa daqui, pede indicação dali, e a decisão: Sushi by Cleber, para o menu degustação.

O restaurante abre a partir das 19h30min e aceita reservas a partir das 18h30. Detalhe: para garantir a reserva, tem que estar lá até as 20h.

Sushi by Cleber - POA

O ambiente é rústico, posso dizer, e muito agradável. A iluminação é diminuída para um completo relax. Um belo preparo para o que estava por vir...


Sushi by Cleber - POA

Optamos pelo menu degustação para podermos provar a diversidade de produtos oferecidos pela casa. Para começar, ceviche cítrico e de maracujá. Este vem servido numa casca de limão. Pensa naquela composição doce com salgado. É perfeita!




Na sequência, sushis especiais do chef, dentre eles o hot (da direita na foto abaixo). Na foto seguinte, um crocante com pepino, outro maçaricado e outro com abacate... Qual o melhor? Não sei... todos bons.




Os sashimis eram de salmão, atum, peixe branco e polvo. Uns defumados, outros selados, outros naturais. O que conquista, além do paladar, é a qualidade do produto servido: muito fresco mesmo!



Você pode escolher temaki, também. A gente passou. Preferimos repetir vários dos sushis que já tinham vindo, além de pedirmos outros.


Adicionar legenda

Quando achamos que já tínhamos chegado ao fim, veio a sopa de tofu (misoshiru), o shitake e o edamame (soja verde com flor de sal). Eu não curto champignon, embora o tempero estivesse ótimo. Não gosto é da textura, mesmo.





Agora, o que me conquistou definitivamente foram esses 'espetinhos', os robaoshi (espetinho japonês de salmão recheado com peixes, molho tarê, gergelim torrado e cebolinha verde). Não sei explicar, só lembro do sabor e tenho vontade de ir lá de novo só para comê-los... Definitivamente meu paladar foi conquistado por eles!



E esses gyosas (pastel japonês recheado com carne de vaca, nirá e molho Ponzu), então? 


Aqui já estamos na fase de repetir os que mais gostamos...




Por fim, a sobremesa... banana caramelizada com sorvete e calda (morango ou chocolate ou ambas). 



Bem... só podíamos terminar a noite com chá verde...


Ainda não falei do atendimento... Desde que chegamos fomos muito bem atendidos. Cléber, que é muito simpático, nos recepcionou e nos acompanhou até a mesa. A garçonete que nos atendeu, Gabriela (se bem me lembro), não mediu esforços para explicar, especialmente para mim, os detalhes de cada porção, a fim de que eu me familiarizasse inclusive com os termos da culinária japonesa, algo que somente com o tempo conseguirei. Para escrever o post, me socorri do saite do restaurante, 'of course'!


Foi uma experiência gastronômica interessante, intensa e saborosa. E o Cleber foi até a nossa mesa para saber se estávamos gostando. Ele realmente conquistou meu paladar! Visite o saite clicando aqui.

Até a próxima!



* Este post não é patrocinado e nem apoiado. Ele reflete a minha experiência pessoal no restaurante.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Morro da Borússia - Osório/RS


O Morro da Borússia fica em Osório/RS e o acesso é bem sinalizado a partir da BR-101. A estrada é estreita, perigosa, mas toda pavimentada.

Do mirante, quando o tempo está seco e aberto, é possível avistar-se a cidade de Osório, logo abaixo, as lagoas, Tramandaí, Imbé e até Capão da Canoa. Ah, do lado direito, vê-se o Parque Eólico.



Há um restaurante e uma lojinha de artesanato, mas o estacionamento é bastante complicado. Na parte mais alta do Morro da Borússia está localizada a pista de voo livre.




Um pouco mais adiante do acesso ao mirante e à pista, há uma cascata que, se você tiver com tempo, vale a visita.


Geralmente o melhor horário para ir até lá é pela manhã. Nesse dia que fui, voltando do Balonismo, fui de tarde e tive muita sorte com a visibilidade.

Passeio rápido, mas que vale a pena. 



domingo, 12 de novembro de 2017

Museu Antropológico Diretor Pestana - Ijuí/RS



Segundo o sítio do museu, 

O Museu Antropológico Diretor Pestana, mantido pela Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado – Fidene, foi criado em 25 de maio de 1961, junto ao Centro de Estudos e Pesquisas Sociais da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ijuí – FAFI com o objetivo de resgatar e preservar a memória regional, promover a cultura, a educação e o lazer.
Constituir-se em “síntese da evolução da região pela mão do nosso homem...” era segundo seus fundadores, o objetivo a ser perseguido. Buscando concretizar este objetivo o Museu preserva tanto documentos textuais/bibliográficos e iconográficos como museais, permitindo assim, o resgate e preservação da memória de forma globalizada e a disponibilização do acervo aos pesquisadores.
Instalado, inicialmente, em prédio alugado, possui hoje sede própria, com área de 1.618 m², climatizada, oferecendo as condições ideais para conservação do acervo constituído por mais de 29 mil peças museais. Este acervo é disponibilizado através das exposições permanente e temporárias e outras atividades educativo-culturais.

A visita começa com achados arqueológicos dos tempos das missões e ancestrais e termina com o retrato da atualidade regional. Estão resgatados os costumes, as roupas, os instrumentos de trabalho e de diversão e o modo de vida local.

 

A exposição permanente ocupa cerca de 500m² e retrata aspectos da evolução do homem que viveu e ainda vive nessa região do Estado. Ela inicia contando sobre o período pré-missioneiro, considerado o primeiro habitante local, com seus instrumentos em cerâmica e pedra. 

A etapa seguinte aborda o índio missioneira. Aqui ele está representado por sua arte e por seus bens culturais produzidos por seus descentes que ainda habitam a região.




 O negro e o caboclo também habitaram a região antes da chegada dos imigrantes. A eles está dedicada a segunda etapa da visita.

A exposição destaca, ainda, a colonização do município de Ijuí e a chegada dos imigrantes e suas ferramentas de uso na agricultura e trabalho rural. Apresenta os processos produtivos artesanais, bem como equipamentos de comunicação e de transporte, indústria e comércio, energia, serviços, esporte e lazer, ensino, religião, usos e costumes e, por fim, moradia.






Para encerrar, um espaço para as manifestações culturais atuais. 

Na saída, uma lojinha com artesanato local e uma vasta produção literária regional. Também, a sala de pesquisa documental da Unijuí.

O museu abre nos dias úteis (segunda à sexta), pela manhã (8h-11h30min) e à tarde (13h30min-17h). Entretanto, é possível o agendamento de grupos para visitação em horário alternativo.

O ingresso custa R$ 6,00 para a comunidade em geral, R$3,00 (estudantes), R$ 2,00 para grupos de mais de 10 pessoas. Para maiores de 60 e sócios, isento.

Para mim, uma grata surpresa um museu tão completo no interior do Rio Grande do Sul. Vale a pena a visita, que toma cerca de uma hora, mais ou menos (e olha que eu sou rato de museu, leio todas as placas que existem...).